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O partido ANAMOLA, na província de Nampula, denunciou esta sexta-feira um alegado aumento da perseguição e de tentativas de assassinato contra os seus membros, situação que, segundo a formação política, se agravou após a realização da sua convenção.
Entre os casos apontados estão os do coordenador provincial de Nampula, Castro Niquina, e do coordenador nacional adjunto de Mobilização, David Bandeira, conhecido por MC Bandeira.
Falando em conferência de imprensa, o presidente da Liga da Juventude Provincial do ANAMOLA, Velasco José, afirmou que qualquer tentativa de silenciar membros do partido terá resposta por parte da organização, sem, no entanto, detalhar quais serão as medidas a adotar.
"Qualquer tentativa de silenciar um dos nossos membros, iremos responder da mesma moeda", declarou.
Velasco José garantiu ainda que o partido irá reforçar a proteção dos seus dirigentes e rejeitou que as denúncias tenham como objetivo obter protagonismo político, sustentando que a preocupação do partido é garantir a segurança dos seus membros.
O ANAMOLA defende que as autoridades competentes investiguem os casos denunciados e responsabilizem os autores, caso as alegações sejam confirmadas.
