Um grupo de 16 professores do distrito de Mecanhélas, na província do Niassa, denuncia ter sido incluído numa alegada lista da FRELIMO que os classifica como “desobedientes” e “incorrigíveis”, sem qualquer explicação prévia.
Segundo os docentes, tiveram acesso ao documento e ficaram surpreendidos com as acusações, afirmando que nunca foram notificados de qualquer processo disciplinar ou de condutas que justificassem tal designação.
Os professores dizem que a situação está a afectar seriamente a sua reputação profissional e a criar tensão no sector da educação no distrito de Mecanhélas.
O caso já foi submetido à Procuradoria-Geral da República, com pedido de investigação para apurar a origem da alegada lista, os critérios usados e a legalidade da sua elaboração.
A FRELIMO é citada no contexto da administração local do processo, enquanto os docentes exigem esclarecimentos urgentes e a reposição da sua imagem pública.
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