
Uma mulher de 38 anos e o seu bebé perderam a vida durante o parto na maternidade do Hospital Provincial de Tete, num caso que está a gerar revolta e acusações graves contra profissionais de saúde.
Segundo a família, a vítima deu entrada na unidade sanitária, mas não recebeu os cuidados básicos exigidos. Há denúncias de que exames essenciais não foram feitos e que dados clínicos foram registados sem avaliação real da paciente.
O parto resultou num nado-morto, mas a situação agravou-se ainda mais depois. A parturiente terá sido negligenciada, mesmo apresentando sinais de perigo, até que foi tarde demais. Uma outra profissional, ao rever o caso, constatou hemorragia pós-parto e inconsistências nos dados clínicos, mas já não havia nada a fazer.
As acusações tornam-se ainda mais graves: há relatos de que uma enfermeira rasgou o processo clínico original e criou um novo, numa tentativa de encobrir falhas no atendimento.
A direção do hospital reconhece a gravidade do caso e diz estar a investigar. Garante que, caso se prove negligência, os responsáveis serão responsabilizados.
A família exige justiça e não aceita que mais uma vida seja perdida por possíveis falhas evitáveis dentro de uma unidade de saúde.
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