O político e analista moçambicano José Óscar Monteiro manifestou-se contra os elevados salários praticados no Banco de Moçambique, classificando-os como um desperdício de recursos públicos.
Segundo Monteiro, os vencimentos milionários pagos a alguns dirigentes da instituição representam um “roubo de dinheiro disfarçado em salário”, numa altura em que grande parte da população enfrenta dificuldades económicas.
O crítico defende que esta prática tem vindo a aumentar ao longo dos anos, contribuindo para o agravamento das desigualdades e levantando questões sobre a gestão dos recursos financeiros do Estado. As declarações reacendem o debate público sobre a transparência e os critérios de remuneração nas instituições públicas do país.
