Ela saiu de casa para buscar doações de roupas para a filha que estava prestes a nascer. Horas depois, foi encontrada enterrada em uma cova rasa, com a barriga aberta e o bebê retirado do ventre.
O caso de Emilly Azevedo Sena, de apenas 16 anos, chocou o Brasil pela extrema crueldade. Grávida de nove meses, Emilly morava em Várzea Grande, Mato Grosso.
No dia 12 de março de 2025, ela recebeu uma mensagem de uma mulher chamada Nataly Helen Martins Pereira, que dizia ter várias roupas e enxoval para doar.
A suspeita chegou a pagar a corrida de aplicativo para que a adolescente fosse até sua casa, em Cuiabá. Depois de sair de casa, Emilly nunca mais voltou.
Preocupada, a mãe tentou ligar diversas vezes para a filha, mas as chamadas eram recusadas. A adolescente ainda chegou a informar que estava a caminho da residência para buscar as doações.
Enquanto a família procurava desesperadamente por notícias, Nataly e o então marido apareceram em um hospital de Cuiabá levando uma recém-nascida e afirmando que a criança era filha deles e que o parto havia acontecido em casa.
O marido chegou a publicar nas redes sociais uma foto da bebê comemorando o nascimento.
Mas a equipe médica desconfiou da história.
Os exames mostraram que Nataly não apresentava qualquer sinal de parto recente, não estava em estado puerperal e sequer produzia leite materno.
Diante das inconsistências, o hospital acionou imediatamente a Polícia Civil.Poucas horas depois, os investigadores encontraram o corpo de Emilly enterrado em uma cova rasa no quintal da residência.
Mais de um ano depois, a família continua esperando que a Justiça dê uma resposta para um dos crimes mais brutais já registrados no país.
Fonte: Emanuelle - Crimes - Notícias mussequenews
