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O Tribunal Constitucional da África do Sul reabriu a possibilidade de um processo de destituição contra o Presidente Cyril Ramaphosa ao anular a votação parlamentar de 2022 que tinha travado esse procedimento no âmbito do escândalo “Phala Phala”.
A decisão surge após um recurso do partido EFF, que contestou a legalidade da votação realizada quando o ANC ainda tinha maioria absoluta no parlamento.
O caso está relacionado com o roubo de grandes quantias de dinheiro escondidas numa propriedade de Ramaphosa em 2020. O Presidente sempre negou irregularidades, afirmando que o dinheiro resultava da venda de búfalos.
Apesar de o Ministério Público ter arquivado as acusações em 2024, a decisão do tribunal volta a aumentar a pressão política sobre Ramaphosa, numa altura em que o ANC governa sem maioria absoluta.
Fonte: Agências | Mais notícias da atualidade em dw.com/portugues