
Durante uma entrevista concedida esta sexta-feira, Phakela Umthakathi afirmou que nunca defendeu a expulsão de estrangeiros da África do Sul no dia 30 de junho.
Segundo ele, a sua mensagem sempre foi de que qualquer ação deveria ocorrer de forma pacífica, sem violência e sem necessidade de mobilização das forças militares pelo governo.
"Eu nunca disse que os estrangeiros deveriam deixar a África do Sul em 30 de junho. Apenas disse que faríamos isso de forma pacífica e que o governo não deveria mobilizar soldados, porque não somos violentos", declarou.
As declarações surgem num momento em que vários comentários circulam nas redes sociais, com alguns observadores a sugerirem que a mudança de discurso poderá estar relacionada com pressões políticas e receios de possíveis consequências legais. No entanto, não há confirmação oficial dessas alegações.