
Durante muito tempo, ele caminhava pelas ruas com orgulho e arrogância, apontando o dedo para Moçambicanos, Malauianos, Zimbabuéanos e Nigerianos. Dizia que os estrangeiros não pertenciam à África do Sul e incentivava expulsões,
humilhações e violência contra quem apenas procurava trabalho e uma vida melhor.
Ele gritava que era “verdadeiro sul-africano” e usava isso como motivo para atacar outros africanos. Muitas famílias sofreram por causa das suas palavras e atitudes. Crianças ficaram sem lar, trabalhadores perderam seus negócios e muitos viveram com medo por causa da xenofobia espalhada por ele.
Mas a vida deu uma volta inesperada.
Depois de investigações e revelações chocantes, descobriu-se que ele também não era sul-africano. A verdade veio à tona e aqueles que antes ele incentivava contra estrangeiros agora se viraram contra ele. Hoje, o homem que expulsava outros está sendo rejeitado, insultado e chutado pelas mesmas pessoas que ele apoiava.
O velho ditado nunca falha: “o feitiço virou contra o feiticeiro.”
Essa história deixa uma grande lição para toda África: nenhum africano deve odiar outro africano por causa da nacionalidade. Hoje é o outro… amanhã pode ser você.