
Uma mulher que estava grávida, teria descriminado uma pessoa com pigmentação da pele em 2024, tendo nascido um bebê igual ao albino . E este ano 2026 teve novamente um filho com problema de pigmentação da pele e a situação deixa-a preocupada.
Sem gravar a entrevista a dona Girena Gatia Mambuzi, de 28 anos de idade e residente no bairro 4 na cidade de Chimoio, contou à rádio Comunitária GESOM, que, tudo começou quando um menino albino veio pedir água para beber na sua casa e uma filha da senhora teria o servido no copo muito usado naquela casa.
Na altura, a mulher repreendeu à sua filha por servir a água no copo muito usado à pessoa com problema de pigmentação da pele.
A resposta da filha à sua mãe foi de repudiar a atitude da progenitora. Mamã, não pode fazer isso discriminar a pessoa albina, se ele é pessoa igual a nós, apenas a diferença é da pele. Repeliu a filha no momento.
A mulher disse estar arrependida por ter aquele tipo de comportamento desassociado perante a uma pessoa com problema de pigmentação da pele, e por conseguinte ter dois filhos consecutivos com o mesmo problema.
O caso está a levantar debates na família e na comunidade e nos remete a pensar em não discriminar as pessoas com deficiências.