
Um caso chocante tem gerado indignação nas redes sociais após a divulgação de um vídeo que mostra uma mulher a agredir fisicamente e a pisar uma criança de apenas um ano de idade, alegadamente seu próprio filho.
As imagens foram captadas por uma câmara de vigilância pertencente a um vizinho, cuja lente estava posicionada de forma estratégica numa janela.
Segundo relatos, antes de cometer as agressões, a mulher chegou a espreitar para o exterior, aparentemente para verificar se alguém a estaria a observar. No entanto, não contava que a câmara do vizinho estivesse ligada e a registar todo o ocorrido, expondo os atos de violência.
O caso reacendeu o debate em torno da guarda de menores, sobretudo em situações de separação entre casais. É comum ouvir-se o argumento de que o lugar da criança é, por norma, ao lado da mãe, sob a justificação de que esta é essencial para o crescimento e desenvolvimento do filho. Contudo, situações como esta levantam sérias questões sobre essa generalização.
Especialistas e cidadãos alertam que a proteção da criança deve estar sempre acima de qualquer preconceito ou ideia pré-concebida sobre género parental. Nem todas as mães, assim como nem todos os pais, reúnem condições emocionais e psicológicas para exercer a guarda de um menor.
Fonte VL