
Tal como avançámos ontem, a medida tomada pelo Banco Central do Kenya, que proibiu o uso de notas bancárias na elaboração de arranjos florais decorativos, tinha tudo para inspirar o Banco de Moçambique.
Numa nota distribuída à imprensa, na qual o Banco de Moçambique reagiu à circulação de notas suspeitas, aproveitou para apelar à população para que evite dobrar as notas e utilizá-las em buquês.
Se no Kenya essas acções podem dar direito a até sete anos de prisão, o Banco de Moçambique prefere adoptar uma abordagem mais pedagógica.
O mês de fevereiro, dedicado aos namorados, tornou-se fértil para a exibição de “amor” através da oferta de buquês de notas, prática que consiste em utilizar notas como elementos decorativos.
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