
O líder religioso Walter Magaya está a pressionar para que o seu julgamento seja realizado em tribunal aberto. A posição surge numa altura em que o Estado deverá apresentar, amanhã, as suas observações formais, na sequência dos argumentos apresentados pela defesa.
Além do pedido para que o processo decorra de forma pública, a equipa jurídica de Magaya submeteu um requerimento separado solicitando a recusa do promotor principal do caso.
Os advogados Rubaya e Chatambudza enviaram uma carta urgente à National Prosecuting Authority of Zimbabwe, alegando que o promotor responsável pelo processo se encontra em situação de conflito de interesses, apontando supostos preconceitos e influência indevida.
Até ao momento, o Ministério Público não se pronunciou publicamente sobre as acusações levantadas pela defesa. O caso continua a gerar atenção, aguardando-se os próximos desenvolvimentos judiciais.