O porta-voz do Conselho de Ministros, Inocêncio Impissa, afirmou que “não há condições efectivas para pagar a 100% a dívida com os professores”, reconhecendo as limitações financeiras do Estado para regularizar os pagamentos em atraso.
As dívidas, acumuladas desde 2023, dizem respeito a horas extras, subsídios da segunda turma, salários em atraso, progressões na carreira e outros direitos remuneratórios reivindicados pelos professores.
Fonte Jornal Actual
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