O Procurador-Geral Adjunto, Ângelo Matusse, considerou errada a utilização de balas reais pela Polícia da República de Moçambique (PRM) durante a dispersão de manifestantes envolvidos em tumultos.
Segundo Matusse, as balas reais devem ser utilizadas apenas como último recurso.
Defendeu ainda que a PRM deve recorrer a outros meios de controlo, como balas de borracha, para evitar tragédias e reduzir o número de vítimas durante operações de dispersão de manifestações.
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