A Tiger Aesthetics, empresa que produz o alloClae, afirma que mais de 2.000 pacientes já receberam injeções do produto desde maio de 2025. A procura tem aumentado, sobretudo, entre mulheres que desejam aumentar os seios ou glúteos.
Os procedimentos estéticos avançam a grande velocidade em todo o mundo. Nos Estados Unidos, um produto em crescente procura (mas que suscita dúvidas no plano ético) utiliza gordura de cadáveres.
Chama-se alloClae, é feito de gordura coletada de corpos doados e utlizado para preenchimentos sintéticos. Sandra, uma advogada de 43 anos que mora em Los Angeles, recorreu a esta operação para aumentar os seios, como revela à CNN Internacional.
Sandra conta que a injeção é "rápida" - demora, em geral, menos de uma hora - e não precisa de anestesia nem de ser feita em hospital. Os cuidados a ter depois da operação são "surpreendentemente fáceis".
A Tiger Aesthetics, empresa que produz o alloClae, afirma que mais de 2.000 pacientes já receberam injeções do produto desde maio de 2025. A procura tem aumentado, sobretudo, entre mulheres que desejam aumentar os seios ou glúteos.
No entanto, enquanto clínicas de cirurgias plásticas consideram o produto um avanço "revolucionário", muitos levantam questões éticas que cercam o tema.
Segundo a CNN, não há supervisão federal sobre as centenas de instituições que recebem dezenas de milhares de corpos doados (não destinados a transplantes) todos os anos. Ou seja, as famílias e os dadores podem não saber que os corpos serão utilizados com este fim estético e comercial. (SIC).
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