Nkosikhona Ndabandaba, líder anti-imigração na África do Sul, defende um modelo inspirado nos Emirados Árabes: cidadãos sul-africanos viveriam de renda estatal sem trabalhar, enquanto imigrantes legais ocupariam a mão de obra como condição para permanecer no país.
A declaração reacende polêmica sobre xenofobia e mercado de trabalho.
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