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África do Sul apreende droga avaliada em mais de 11 milhões de meticais na fronteira com Moçambique

 


As autoridades sul-africanas estacionados na fronteira entre a província de Mpumalanga e Moçambique interceptaram e confiscaram, no mês passado, das mãos de contrabandistas, drogas não especificadas avaliadas em pouco mais de 3 milhões rands (equivalente a 11,6 milhões de meticais), um aumento em relação aos 787 mil rands apreendidos em Maio.

Ainda no mês de Junho foram apreendidas drogas no valor de quase 35 800 rands (138,6 mil meticais) na fronteira de KwaZulu-Natal com Essuatíni e Moçambique, tornando-se este último país o maior corredor de substâncias proibidas.

Em balanço divulgado pelas autoridades sul-africanas referente ao mês passado, os soldados confiscaram igualmente ao longo da fronteira de KwaZulu-Natal com Essuatíni e Moçambique, mercadorias avaliadas em pouco mais de 1 milhão de rands.

Segundo uma publicação da Carta de Moçambique, no global, os soldados sul-africanos que patrulham as seis fronteiras terrestres do país interceptaram em Junho 9 milhões de rands (34,8 milhões de meticais) em contrabando e veículos roubados no âmbito da Operação Corona.

Dados fornecidos pela Divisão de Operações Conjuntas das Forças de Defesa Nacionais da África do Sul (SANDF, na sigla em inglês) mostram que, em termos de contrabando, os criminosos perderam um total de 4,59 milhões de rands em mercadorias não sujeitas a impostos de importação ou taxas alfandegárias, um aumento de 1,1 milhões de rands em relação em maio. A maior parte do contrabando (2,9 milhões de rands) foi recuperada em Limpopo, na fronteira com o Zimbabué.

Com um mínimo de 68 imigrantes ilegais impedidos em Maio de chegar aos seus destinos na África do Sul, Junho registou a captura e entrega de 521 estrangeiros sem documentação à Polícia e a funcionários do Departamento de Assuntos Internos (DHA, na sigla em inglês). Os moçambicanos, com 207, representaram o maior número de infractores.

Ainda em Junho, os soldados abordaram pessoas suspeitas para interrogatório e, segundo as Operações Conjuntas, 76 eram procuradas por crimes. Desse número, 52 pessoas foram detidas na fronteira de KwaZulu-Natal com Essuatíni e Moçambique e posteriormente entregues à Polícia.

 Fonte MOZNEWS 

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