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Brasil: Mulheres de programaçao vão pagar imposto sobre serviços mesmo sem regulamento formal como profissão

As mulheres de programação com exercícios no Brasil, mesmo não estando em regulamento formal como profissão, vão passar a pagar imposto sobre serviços.


 De acordo com Jornal o Sul, mesmo sem regulamento formal, toda mulher que obter renda nessa atividade deverá cumprir as regras fiscais vigentes, como qualquer trabalhador autônomo, incluindo a declaração de ganhos à Receita Federal quando ultrapassado o limite de isenção.


A fonte avança ainda que a reforma tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132, promulgada em dezembro de 2023, já está em vigor do ponto de vista legal, mas sua aplicação ocorre de forma gradual. Até o momento, seguem valendo as regras atuais de tributação, enquanto as mudanças mais amplas — como a unificação de tributos e possíveis novas exigências para prestadores de serviço — começam a ser implementadas a partir de 2026.


Na prática, profissionais que recebem diretamente de pessoas físicas continuam obrigados a recolher mensalmente o Imposto de Renda por meio do Carnê-Leão e informar os valores na declaração anual. Também é possível contribuir como autônomo ao INSS para garantir acesso a benefícios previdenciários. Especialistas alertam que a regularização fiscal é essencial para evitar problemas com o Fisco e assegurar direitos.

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