Um médico foi condenado a 10 anos de prisão na República Democrática do Congo (RDC), após ser considerado culpado de agredir uma mulher durante o trabalho de parto.
Segundo informações divulgadas pelas autoridades judiciais, o profissional de saúde foi acusado de exercer violência contra a paciente enquanto esta se encontrava em processo de dar à luz numa unidade hospitalar.
O caso gerou forte indignação pública e levantou debates sobre a qualidade do atendimento e o respeito pelos direitos das mulheres nas unidades de saúde.
Durante o julgamento, o tribunal concluiu que houve abuso por parte do médico no exercício das suas funções, determinando assim a pena de prisão como forma de responsabilização pelos atos cometidos.
Organizações ligadas à defesa dos direitos humanos e da saúde materna consideraram a decisão judicial um passo importante no combate à violência contra mulheres em ambientes hospitalares.
