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Membros do ANAMOLA na Manhiça ameaçam usar armas para matar liderança do partido

ANAMOLA é um autêntico fiasco. Na Manhiça a luta entre os membros inclui ameaças de morte com recurso a arma de fogo. Na Manhiça existem dois grupos, um do coordenador distrital que está a ser contestado por ser da Zambézia. E outro liderado por Rui Cuamba que tem apoio do Sul.


“O grupo do senhor Sérgio Gomes, Coordenador Distrital imposto, está a impedir que o candidato vencido, senhor Rui, faça o trabalho de mobilização de novos membros e até de falar em nome do ANAMOLA. A situação está mal.”


Foi aberto um processo disciplinar (N 1/2026) que culminou com a suspensão do senhor Rui Cuamba por realizar actividades sem autorização, promover desmando e ter um grupo armado que faz ameaças de morte a liderança do partido.


“Verificou-se igualmente que algumas dessas actividades têm contado com apoio logístico e incentivo de indivíduos residentes na África do Sul os quais, em momento anterior, proferiram ameaças graves contra membros da direcção do partido, AFIRMANDO POSSUIR ARMAS DE FOGO, manifestando intenção de aniquilar membros da liderança partidária”, lê-se no processo disciplinar.


A situação no ANAMOLA é mesmo caótica. As ameaças de morte ocorrem em todas as províncias. Na falta de clareza das regras e de uma direcção que entenda das suas responsabilidades, ANAMOLA se tornou um campo de batalha sem regra. 


Neste momento, o recomendável seria mesmo suspender temporariamente o partido para reduzir o risco de violência.

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