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Após dois anos de espera, Joana Irigoyen consegue trazer corpo da mãe de Portugal para Moçambique

A empresária moçambicana Joana Irigoyen anunciou que conseguiu autorização para transladar para Moçambique o corpo da sua mãe, Maria Amélia, depois de dois anos marcados por dor, incerteza e um longo processo judicial em Portugal.

Maria Amélia, cidadã moçambicana que vivia e trabalhava em Lisboa, foi encontrada sem vida no dia 9 de março de 2024, dentro de um poço localizado nas proximidades da sua residência. A sua ausência inexplicável começou a preocupar colegas de trabalho, que decidiram procurar informações sobre o seu paradeiro e acabaram por descobrir o corpo.

O caso foi encaminhado para investigação criminal e permaneceu em análise nos tribunais portugueses durante cerca de dois anos. Há suspeitas de que a morte possa ter sido motivada por ganância, devido à alegada boa condição económica da vítima.

O funeral de Maria Amélia está marcado para a cidade de Maputo. A missa em sufrágio da sua alma terá lugar às 10 horas do dia 21 de março de 2026, na Paróquia São João Baptista do Fomento.

Para a família, o regresso do corpo ao país representa o encerramento de um período doloroso e a oportunidade de prestar uma última homenagem à mãe que deixou uma marca profunda nos corações dos seus entes queridos.


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