
O Instituto de Cereais de Moçambique (ICM) passou a ser o importador exclusivo de arroz e trigo no país, nos termos do Diploma Ministerial n.º 132/2025, com o objectivo de combater a fuga de divisas e estabilizar o mercado.
Contudo, a medida tem gerado preocupações relacionadas com o monopólio e a segurança alimentar, uma vez que os importadores privados passam a adquirir estes produtos exclusivamente junto do ICM.
A implementação da medida será faseada, estando prevista a entrada em vigor para o arroz a partir de 1 de Fevereiro de 2026 e para o trigo a partir de 1 de Maio de 2026.
Falando sobre o assunto, o director do Instituto de Cereais de Moçambique, Job Fazenda, afirmou que, muito em breve, os moçambicanos passarão a consumir arroz de altíssima qualidade e a um “preço de igreja”.
O Governo referiu ainda que constatou que, em algumas situações, a população consumia arroz armazenado há cerca de cinco anos. Com o ICM a assumir-se como único importador, garante o Executivo, o arroz passará a ser mais fresco e vendido a preços mais acessíveis.
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