
Segundo a denunciante, familiares de dirigentes beneficiam indevidamente destes documentos, passando pelos controlos aduaneiros sem fiscalização rigorosa e evitando o pagamento de impostos devidos ao Estado. Estas práticas, afirma, comprometem a justiça fiscal e colocam um peso desproporcional sobre os cidadãos mais pobres.
A funcionária, que já exerceu funções em gabinetes ministeriais, defende a necessidade urgente de o país estabelecer limites claros para a atribuição e uso de passaportes diplomáticos. Para ela, é fundamental que os próprios dirigentes assumam a responsabilidade de dar o exemplo, garantindo transparência e equidade no sistema.
A denunciante apela ainda a uma reflexão profunda sobre o impacto destas práticas na economia nacional e na confiança dos cidadãos nas instituições públicas.