Caso dos 150 Mil Meticais: Jota Pachoneia Recusa Comparecer em Quelimane e Propõe Transferência do Processo para Nampula

O ativista social Joaquim Pachoneia conhecido como Jota Pachoneia, continua a protagonizar debates após denunciar um alegado desvio de cerca de 150 mil meticais do Conselho Municipal de Quelimane, na província da Zambézia.

Segundo Pachoneia, o dinheiro teria sido desviado por um funcionário do município, identificado apenas como Edson, e por outros supostos cúmplices. O destino do valor permanece desconhecido. Contudo, após a denúncia, os visados abriram um processo-crime contra o ativista, exigindo que este apresente provas diante da Procuradoria Distrital de Quelimane.

Numa transmissão em direto na sua página oficial do Facebook, Pachoneia declarou não ter condições financeiras para se deslocar até Quelimane, sugerindo que a Procuradoria ou os próprios denunciados cubram os custos de transporte.

 “Se quiserem me ver lá a responder, eles devem pagar transporte para eu sair daqui até lá (...) eu sou pobre e não tenho dinheiro para gastar até Quelimane”, afirmou o ativista, acrescentando que não pretende contratar advogado, pois garante possuir todas as provas necessárias.

O ativista acrescentou ainda que está disponível para depor em Nampula, caso o processo seja transferido para aquela província. Para ele, a exigência de deslocação a Quelimane não passa de uma tentativa de intimidação e pressão.

O caso gera cada vez mais atenção pública, dividindo opiniões entre os que defendem Pachoneia e os que questionam a forma como expôs as denúncias.

Fonte Diário de Nampula 



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